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24/09/2021

Veja estratégias financeiras para reduzir o impacto da elevação da taxa Selic nas suas dívidas



Nesta semana aconteceu a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), prevista a cada 45 dias, para analisar as condições econômicas externas e internas e ajustar assim a taxa Selic, que é a taxa básica de juros e a principal ferramenta para controle da inflação pelo Banco Central (BC).

Conforme esperado pelo mercado financeiro, a taxa que sofreu o seu quinto aumento consecutivo, passando de 5,25% para 6,25% ao ano e segundo comunicado do próprio comitê, a expectativa é de novos aumentos até o fim de 2021 e começo de 2022.

Na busca da contenção da inflação, as taxas de juros de financiamentos e empréstimos acabam subindo com o aumento da Selic e pesam ainda mais no bolso do consumidor, complicando o acerto de suas dívidas.Segundo dados da pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 72,9% das famílias brasileiras estão endividadas, maior índice desde 2010 (quando a pesquisa teve início) e este novo cenário não deve amenizar a situação.

Confira dicas para diminuir o impacto da Taxa Selic

Negocie suas dívidas

Com o aumento dos juros, as dívidas ficarão ainda mais caras, por isso tente a negociação de prazos, valores e até dos juros, para tornar viável que essa situação seja revertida, ao invés de deixar o financiamento crescer cada vez mais.

Busque portabilidade

Se a sua instituição financeira não está atendendo suas necessidades e o diálogo não é possível, tente a portabilidade da dívida entre os bancos para um que atenda melhor suas demandas e que possa oferecer melhores condições.

Evite o cartão de crédito rotativo

Priorize o acerto de dívidas de cartões de crédito que já entraram no modo rotativo, pois há cada vez mais incidência de juros, sendo a forma mais cara de empréstimo do mercado e tornando toda a situação acumulada ainda pior.

Não faça empréstimos para quitar dívidas

Evite propostas de “dinheiro rápido” com “baixa taxa de juros” para acertar suas contas, afinal será somente mais uma contração de débito com outra instituição, acabando com uma dívida e começando outra.

 

Fonte: Portal www.contabeis.com.br


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